O que é UTM: como marcar o link do anúncio para saber de onde veio cada lead
UTM é um conjunto de parâmetros que se acrescenta ao fim de um link para dizer de onde veio quem clicou: qual fonte, qual mídia, qual campanha. Esta página explica cada um dos cinco parâmetros, traz um modelo de nomes para Google, Meta e WhatsApp, lista os erros que fazem o lead chegar sem origem e mostra o que o TexLead faz com as UTM depois do clique.
O que é UTM e como funciona:
UTM vem de Urchin Tracking Module, o nome da ferramenta que deu origem ao Google Analytics. Na prática, são pares de nome e valor acrescentados ao fim do endereço, depois de um ponto de interrogação:
https://clinica.com.br/?utm_source=instagram&utm_medium=pago&utm_campaign=implante-outubro
A página abre do mesmo jeito para quem clica. O que muda é que a ferramenta de medição do site lê esses parâmetros e guarda a origem da visita. Sem eles, uma visita vinda de um anúncio no Instagram pode aparecer como acesso direto, e o investimento não tem como ser ligado ao resultado.
A UTM não depende da plataforma de anúncio. Ela funciona em qualquer link: anúncio, post, e-mail, botão do WhatsApp, QR impresso num folheto. É isso que a torna a forma mais simples de comparar canais diferentes com a mesma régua.
Os cinco parâmetros:
- utm_source: de onde veio. google, instagram, facebook, newsletter, folheto.
- utm_medium: o tipo de mídia. cpc ou pago para anúncio, organico, email, qrcode.
- utm_campaign: a campanha. implante-outubro, black-friday, reativacao.
- utm_term: a palavra-chave ou o público, quando faz sentido.
- utm_content: a peça. video-depoimento, carrossel-precos, botao-topo.
Os três primeiros são o mínimo. Os dois últimos servem para comparar variações dentro da mesma campanha: qual criativo, qual público ou qual botão trouxe mais contato.
Um modelo de UTM para usar:
O valor de uma UTM está no padrão. "Instagram", "instagram" e "IG" viram três origens diferentes no relatório. Um modelo simples, que a agência inteira usa igual:
- tudo em minúsculas, sem acento e sem espaço, com hífen entre palavras;
- utm_source com o nome da plataforma: google, meta, instagram, tiktok, email;
- utm_medium com o tipo: pago, organico, email, qrcode, whatsapp;
- utm_campaign com o assunto e o mês: implante-2026-10;
- utm_content com a peça, quando houver mais de uma.
No Google Ads, a marcação automática já manda o identificador do clique, o gclid, e as UTM entram pelo modelo de acompanhamento da conta. Na Meta, os parâmetros de URL do anúncio aceitam variáveis com o nome da campanha e do anúncio. No WhatsApp e no folheto, a UTM vai no link que a pessoa toca ou no endereço do QR.
Os erros que fazem o lead chegar sem origem:
- Link encurtado que perde os parâmetros. Alguns encurtadores e redirecionamentos jogam fora tudo o que vem depois do ponto de interrogação.
- Botão do WhatsApp sem medição. A pessoa chega com UTM, clica no botão e a conversa começa fora do site. Se o clique não for registrado na página, a origem morre ali.
- UTM em link interno. Marcar com UTM um link de uma página para outra do próprio site troca a origem real pela falsa.
- Nome diferente para a mesma coisa. "pago" num anúncio e "cpc" no outro dividem o mesmo canal em dois.
- Esquecer a UTM no orgânico. O link da bio, o do e-mail e o do folheto também merecem marcação, senão todo lead que não vem de anúncio vira "direto".
O que o TexLead faz com a UTM depois do clique:
A tag do TexLead, instalada no site do cliente pelo Google Tag Manager, lê os cinco parâmetros na chegada e os guarda junto com o clique no WhatsApp ou no formulário. O identificador da campanha anda com o nome dela, para a campanha renomeada no meio do mês não virar duas.
A origem fica guardada no navegador por 90 dias e é atribuída ao último clique, então a pessoa que chegou pelo anúncio e voltou dias depois digitando o endereço continua com a origem do anúncio. Quando o link é orgânico mas traz o identificador de clique da Meta, vale o que a UTM diz.
O identificador do clique, gclid, gbraid, wbraid ou fbclid, segue com o lead. Quando ele vira cliente, a agência pode devolver essa venda ao Google Ads e à Meta como conversão offline, ligada ao clique que a trouxe.
Perguntas frequentes:
O que é UTM?
São parâmetros acrescentados ao fim de um link para dizer de onde veio quem clicou: fonte, mídia, campanha, termo e conteúdo. A ferramenta de medição lê esses parâmetros e guarda a origem da visita.
Quais são os parâmetros UTM obrigatórios?
Nenhum é obrigatório para o link funcionar, mas o mínimo útil são três: utm_source, utm_medium e utm_campaign. utm_term e utm_content servem para comparar variações.
Como criar um link com UTM?
Acrescente ao endereço um ponto de interrogação e os pares separados por "e comercial": ?utm_source=instagram&utm_medium=pago&utm_campaign=implante-2026-10. Use sempre o mesmo padrão de nomes.
Precisa de UTM no Google Ads?
A marcação automática do Google Ads já manda o gclid, que liga o clique à campanha. A UTM ainda vale para quem mede com outras ferramentas e para comparar o Google com os outros canais na mesma régua.
Por que o lead chega sem origem mesmo com UTM?
Quase sempre porque a conversa começou fora do site, no botão do WhatsApp, sem o clique registrado, ou porque um redirecionamento apagou os parâmetros.
O TexLead lê as UTM do site do cliente?
Lê. A tag instalada pelo Google Tag Manager guarda os cinco parâmetros com o clique no WhatsApp ou no formulário, e a origem fica guardada por 90 dias, atribuída ao último clique.
Página atualizada em: 23/10/2026