ROI em marketing: a conta do retorno do anúncio com a receita que entrou de verdade
ROI em marketing é quanto o investimento devolveu, descontado o próprio investimento. A fórmula é simples; o difícil é saber qual receita colocar nela. Esta página mostra a conta do ROI e do ROAS, o que entra em cada lado, por que a receita que a plataforma informa costuma enganar e como o TexLead calcula o retorno com o ticket do cliente e os leads que fecharam.
A fórmula do ROI e a do ROAS:
O ROI, retorno sobre o investimento, desconta o próprio gasto:
ROI = (receita gerada menos investimento) dividido pelo investimento.
Investiu R$ 2.000 e o anúncio trouxe R$ 8.000 em vendas: o ROI é (8.000 menos 2.000) dividido por 2.000, ou seja, 3, que se lê como 300%. Cada real investido voltou com mais três.
O ROAS, retorno sobre o gasto com anúncio, não desconta nada:
ROAS = receita gerada dividida pelo investimento em anúncio.
No mesmo exemplo, o ROAS é 4, ou "4x". Os dois números falam da mesma coisa com réguas diferentes, e misturar os dois numa conversa com cliente é o jeito mais rápido de criar mal-entendido. Combine antes qual dos dois o relatório vai usar.
O que entra no custo:
No ROAS, só a verba de anúncio. No ROI, o ideal é tudo o que a campanha custou: verba, honorário da agência, ferramenta, produção de criativo. Um ROI que conta só a verba parece melhor do que é, e o cliente percebe quando faz a própria conta.
Para negócio de serviço, há um custo que quase ninguém coloca e que pesa: o custo do atendimento. Clínica que recebe 60 contatos e agenda 11 gastou hora de recepção com os outros 49. Não precisa entrar na fórmula, mas precisa estar na leitura.
O que entra na receita, e por que a do gerenciador engana:
A plataforma de anúncio informa uma receita: o valor das conversões que ela mesma registrou. Para loja virtual com pagamento no site, esse número é próximo do real. Para quem vende pelo WhatsApp, pelo telefone ou no balcão, ele é quase sempre errado, por dois motivos.
Primeiro, a conversão que a plataforma conta não é a venda: é o clique no botão, o formulário enviado, a mensagem iniciada. Segundo, a venda que de fato aconteceu, dias depois, fora do site, nunca volta para a plataforma, a menos que alguém a devolva.
A receita confiável sai do registro de quem fechou. Com o número de clientes convertidos e o valor médio de cada venda, o ticket médio, a conta fica: receita estimada igual a convertidos vezes ticket médio. Não é o caixa, mas é medida com o mesmo critério todo mês, e isso é o que permite comparar.
Como o TexLead calcula o retorno:
No TexLead, cada lead que vira cliente é marcado como convertido, e é só nessa situação que o valor estimado da venda existe. Com o ticket médio informado no cadastro do cliente, o painel e o relatório mostram a receita estimada do período, convertidos vezes ticket, e o retorno sobre o anúncio, receita estimada dividida pelo investido.
No mesmo bloco aparecem o custo por lead, o custo por agendamento e o custo por cliente convertido, todos com o investimento medido nas contas de anúncio ligadas. Quando a plataforma informa receita, ela aparece em linha própria, como receita atribuída, e o relatório avisa quando essa receita não cobre todos os dias em que houve gasto, porque nesse caso o retorno impresso é menor que o real.
A regra que vale para tudo: sem medição, não se informa. Sem ticket médio cadastrado, não há receita estimada nem retorno. Sem investimento medido, não há custo. O cartão não aparece, em vez de mostrar um número que alguém vai repetir numa reunião.
Devolver a venda à plataforma melhora o retorno seguinte:
O algoritmo do Google Ads e o da Meta otimizam para o que eles enxergam. Se só enxergam cliques no WhatsApp, buscam mais gente que clica, e não mais gente que compra. Quando a venda volta como conversão offline, com o valor e ligada ao clique que a trouxe, a plataforma passa a procurar quem compra.
No TexLead, o lead convertido pode voltar ao Google Ads e à Meta como conversão offline, com o valor que entrou. É o mesmo dado que alimenta a receita estimada, trabalhando dos dois lados: no relatório do cliente e na campanha seguinte.
O que o TexLead não faz nesta parte:
- Não lê o caixa do cliente. A receita é estimada pelo ticket médio e pelos convertidos registrados.
- Não soma honorário nem ferramenta no custo. O custo é o investimento medido nas contas de anúncio; o ROI completo, com os outros custos, é conta da agência.
- Não inventa retorno sem dado. Sem ticket ou sem investimento medido, o cartão fica de fora.
Perguntas frequentes:
Como calcular o ROI em marketing?
ROI é a receita gerada menos o investimento, dividida pelo investimento. Investiu R$ 2.000 e vendeu R$ 8.000: ROI de 3, ou 300%.
Qual a diferença entre ROI e ROAS?
O ROI desconta o investimento da receita; o ROAS só divide a receita pelo gasto com anúncio. No mesmo exemplo, ROI de 300% e ROAS de 4x.
O que é um bom ROI em marketing?
Depende da margem do negócio. Com margem pequena, um ROAS de 3x pode dar prejuízo; com margem alta, 2x pode ser ótimo. O número só faz sentido comparado com a margem e com o próprio histórico.
Por que o ROAS do gerenciador não bate com o real?
Porque a plataforma conta como conversão o clique ou a mensagem, e a venda feita fora do site não volta para ela. A receita real sai do registro de quem fechou.
Como o TexLead calcula a receita?
Multiplicando os clientes convertidos no período pelo ticket médio informado no cadastro do cliente. Sem ticket médio, a receita não é estimada.
O ROI aparece no relatório do cliente?
Aparece o retorno sobre o anúncio, a receita estimada dividida pelo investido, junto com o custo por lead, por agendamento e por convertido, quando há investimento medido e ticket cadastrado.
Página atualizada em: 23/10/2026